Evoé!
Será difícil inserir o forró na agenda nestes dias que já antecedem o carnaval e que em Pernambuco já se traduzem em plena folia.
Aproveitarei, como sempre faço, para entregar-me ao frevo em todas as suas variações, mas com intensidade maior node rua, caindo na dança sem amarras ou responsabilidades. Nada de conduzir ninguém. Ao contrário, o barato é deixar-se ser levado... pela multidão. Fazer o passo, de forma solta, avulsa, ao sabor da orquestra e sem esquema prévio. O improviso dá as cartas.
Portanto, até março chegar não esperem relatos de xote, baião e cia. Não me procurem nas aulas de forró. Quem quiser me encontrar, terá maior possibilidade de achar-me nos acertos de marchas do Bloco da Saudade ou do Cordas e Retalhos, acompanhando as Conxitas e o Batuque Pernambuco, na sede de Pitombeiras, nas saídas de Ceroula, nas ladeiras de Olinda, na Praça do Arsenal, no Pátio de São Pedro, no Cordel em Folia, no Baile Perfumado, etc. O mais perto de forró que chegarei será na festa O Carnaval dos Forrozeiros e no bloco Sanfona Branca, no Recife Antigo.
Eu quero frevô... frevô... frevô...