Depois de ter amanhecido em um baile de formatura, fui com a companheira e alguns colegas do curso de dança à reabertura da Casa do Forró, localizada no bairro do Pina, Recife, que funciona todos os sábados, a partir das 16 horas.
Apesar das opiniões contrárias, apelos e pressões, das vezes que dancei praticamente não sai do “dois prá lá, dois pra cá”. Dei-me ao luxo apenas de fazer algumas aberturas laterais de vez em quando, ou um manquinho aqui e acolá, só para a dama não reclamar do tédio e do incômodo de dançar “um passo só”.
Julguei que essas breves intercaladas fossem suficientes, mas desconfio que não foram, pois, no dia seguinte, quando chamei a companheira para irmos ver o Mestre Dominguinhos, no Forró de Arlindo, em Dois Unidos, ela topou de imediato, mas deixando bem clara a condição: Não contasse com ela para dançar, pois estava com o joelho doendo, fruto da sobrecarga do dia anterior.
Tempos atrás ela se queixaria também do pescoço, portanto, os fatos levam-me a crer que eu melhorei 50% nesse aspecto. Em breve deixarei de ser uma ameaça à saúde pública, bem como não mais serei causador de LER (Lesão do esforço repetitivo).
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