Parece que agora vai! Depois de inúmeras ameaças, finalmente consegui retomar minhas aulas de forró. E de forma menos desastrosa que eu imaginava. Supunha eu que nem lembraria do básico do xote, mas, às primeiras batidas da zabumba eu já estava executando o dois pra lá, dois pra cá como antes, isto é, sem muita fidelidade ao ritmo, sem molejo e sem borogodó suficiente. Mas tudo é um processo! Isto comprovou que era temporária a amnésia que jogou na gaveta do esquecimento as várias sequências exaustivamente trabalhadas nos quatro meses que antecederam ao carnaval, pois as dificuldades sentidas na execução dos dois passos explorados na noite de ontem não foram muito diferentes das que já se apresentavam anteriormente.
Uma das minhas falhas aconteceu antes mesmo do início à dança, quando já fui pisando no pé da dama da noite na hora que a ela me dirigi para cumprimentá-la.
Menos constrangedor e mais patético foi quando, na sequência que envolvia uns movimentos de pernas que sugerem o “S”, por mais de uma vez, elas se embaralharam eu quase que levava um baque. O mesmo ocorreu com a dama da vez, que em dois deslocamentos de pernas ficou sem base por pouco também não foi ao chão. Não sei se por constrangimento ou gaiatice, mas, nestas ocasiões, a danada quase engasgou de tanto rir, o que talvez tivesse sido bem feito!
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