Aprendi o tum-tum-tum-plac do xote. Ao menos, de boca, porque pra reproduzi-lo nas pernas, é um sacrifício. tuns e placs se confundem de uma forma assombrosa, inexplicável.
Desta vez sai mais leve. Apareceu alguém, pelo que pude julgar, tão ou mais “sem noção” do que eu. E olhe que é mulher. Foi minha pareia por algum tempo, mas, pela primeira vez, não senti a velha dor de consciência de estar atrapalhando a aprendizagem de alguém.
Desta vez sai mais leve. Apareceu alguém, pelo que pude julgar, tão ou mais “sem noção” do que eu. E olhe que é mulher. Foi minha pareia por algum tempo, mas, pela primeira vez, não senti a velha dor de consciência de estar atrapalhando a aprendizagem de alguém.
Um comentário:
Meu caro,
Não me venha com essa história de falta de ritmo ou de total atrapalho. Um cabra da peste como tu num pode ser tão desajeitado assim. Pensa comigo: Que diferença tem o dançar das letras e o compasso da poesia, cheia de rimas e métricas com a dança dos pés? E mais... já vi o senhor muito amostrado dançando frevo, num ritmo muito mais alucinado do que o dois pra lá, dois pra cá do xote. Quem tem pernas pra dar aqueles saltos, há de ter as ferramentas necessárias para dançar forró! E pior... Um cabra amostrado assim, que anda com sombrinha de passista em baixo do braço, num há de ser tímido demais pra levar na dança uma parceira.
Olha, eu mesma já tô com vontade de ver essas aulas... isso tá parecendo que tu tá fazendo charme, visse? Num tô acreditando nessa conversinha pra boi dormir não...
Postar um comentário