Mais um transtorno inesperado advindo das chuvas que caíram no Recife nesta segunda-feira. Faltou mulher na aula de forró. Eram só três para cinco homens, sem contar o professor que sempre pega uma emprestada para fazer a demonstração.
Se evidentemente tal proporção não agradou aos marmanjos, possivelmente para elas também não foi lá essa maravilha, considerando o nível de desenvoltura dos cavalheiros presentes e o clima de desmotivação que se instalou, em que pese o esforço do professor em garantir o dinamismo da aula. Nunca antes nessa sala se viu tanto converseiro.
Mesmo assim a aula foi proveitosa. Dançar é sempre bom, mesmo precariamente, como é o meu caso. Além do mais, a cada encontro tem-se uma nova descoberta. No caso de ontem, uma dama observou que eu dançava enviesado, fato que, possivelmente, interferia na correta execução dos movimentos. Indicou-me a posição correta da forma mais objetiva possível: “Tem que ser umbigo com umbigo”.
Suspeito que passei a dançar assim “de bandinha” a partir da postura assumida para melhor visualizar a demonstração dos movimentos feita pelo instrutor. Se já estava sendo difícil concatenar braços, quadris e pernas, agora tenho mais um elemento anatômico para me preocupar. Vixe!
Um comentário:
No desespero é só tu apelar para uma Umbigada! kkkkkkkkkkkk
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