Será que o professor só vai mudar de ritmo quando eu tiver aprendido o xote? Se for, estamos todos lascado. Na aula anterior ele anunciou que iria retomar o baião, mas ficou só na promessa. Na de hoje, pensei que ele iria cumprir o prometido, mas tome xote de novo. Xote é bom, mas só xote num tem cristão que aguente. Melhor desenfastiar um pouco.
Acho que realizei um grande feito hoje: consegui passar uns quinze segundos dançando e conversando com a dama sem perder o ritmo. Sinto-me como um peão que se segurou por oito segundos em cima de um touro brabo e sai se sentindo o rei da cocada preta. Falta agora é aprender passar de um movimento para outro de forma harmoniosa e espontanea, sem parar de dançar de uma hora pra outra e deixar a dama com cara de pastel. (Abrirei aqui uma exceção à regra que estabeleci para este blog, que era de não citar nomes de algum colega de turma, sem a prévia autorização, mas tenho que louvar a maneira carinhosa e delicada com que Ana Luíza tentou me ajudar na superação dessa minha deficiência, tão logo percebeu o meu aparreio. Valeu, garotinha!). Espero não estar sendo injusto com as demais que, cada uma do seu jeito, se dispuseram a me fazer entrar no eixo.
Um comentário:
Eita, que chega me dá uma fome de forró ao ler este Blog. Adoro! :P
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